
Já não se joga futebol como antigamente.
O que seria do Garrincha, Canhoteiro, Didi e etc. no futebol de hoje?
Era um jogo no campo e um mês no estaleiro se formos pensar como alguns profissionais da bola de hoje.
É bem verdade que a molecada de ontem não falava as besteiras que a de hoje fala.
Dizer que deu um “chapéu” porque ficou com vontade, é uma coisa.
Dê o “chapéu” e não diga nada.
Sofrer o “chapéu” e dizer que vai quebrar o companheiro é uma coisa.
Aprimorar seus dotes futebolisticos para revidadar na mesma moeda é outra.
O futebol bonito insinuante como o Santos-SP eu cansei de ver não só no time da Vila como em muitos outros.
Via dribles, chápeus, canetas e otras cositas más sem que o autor da obra levasse um ponta-pé.
Hoje a beleza de ontem se transformou em porrada.
Ser driblado parece ter ferido a honra do futebolista.
Por isso mais uma vez o "filosófo" Marcos está com a razão:"Porque a gente não faz o mesmo?"
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Extraído mediante autorização judicial de: www.silvioluiz.com.br
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