
Antigamente você acreditava no mito da camisa.
Quem jogava com a dez era craque e lembrava sempre um craque.
De uns tempos a esta parte a bagunça da numeração ficou tão avacalhada que ninguem mais liga.
Uns são 30, outros 77, mais alguns 43 e vai por aí afora.
Quando se inicia a dispura da Libertadores, a Confederação Sulamerica resolveu por ordem na casa.
Serão inscritos 25 jogadores, tres deles serão os goleiros.
Acabou a farra. 27, 77, 43, 01 e por ai afora não vai ter lugar nessa competição.
A mística dos números nas camisas já não existe faz tempo.
Os grandes zagueiros eram o -3-. O centro médio -5-. Ponta direita, como Garrincha -7-. Os centro avantes artilheiros históricos sempre usaram a -9-.
A -10- então era só de cracão: Pelé, Zico, Ademir da Guia, Maradona e outros. Hoje qualquer gato pingado usa uma número 10.
O que terá acontecido coo o mito das camisas? Já sei. Foi o “marketing”. Ele é o responsável por esse desrespeito aos números que eternamente ficaram gravados na mente dos torcedores. Dos torcedores dos tempos em que não havia marketing no futebol
Do tempo em que a coisa era menos profissional.
Do tempo em que como diria Felipão “se amarrava cachorro com linguiça.”
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1- Tem gente por estes lados querendo imitar o Chávez controlando os meios de comunicação.
2- Por que será que só se lembram dos Demonios dsa Garoa no aniversário de São Paulo?
3- CBF empresta Granja Comary para jogo promoção. Circo du Soleil x Artistas da Globo.
4- E depois dos 6 x 0, sobrou pra quem? Estevam Soares.
5- Benfica desmente interesse por Robinho.
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Extraído mediante autorização de: http://www.silvioluiz.com.br/
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